Ponto do Servidor - Maria Eugênia Jornal de Brasília - 27/10/2009
Para a pesquisadora Maria Tereza Sadek, da Universidade de São Paulo, que há 16 anos estuda o sistema judicial brasileiro, o atual ritmo do CNJ é a prova de que a Justiça no Brasil tem salvação. "O que está acontecendo no Judiciário é uma verdadeira revolução e é nossa obrigação, como cidadãos, tentar fazer com que isso se institucionalize e seja um caminho sem volta", diz. "Não apenas do ponto de vista disciplinar, mas também do planejamento que a Justiça precisa ter, o CNJ tem dado demonstrações de que era um órgão necessário", diz Sérgio Renault, secretário de Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça na época da aprovação da emenda que instituiu o órgão. Os magistrados afastados se consideram injustiçados e prometem provar a inocência.