Agência Senado
- 01/11/2017
A senadora Ângela Portela (PDT-RR) classificou em Plenário
nesta quarta-feira (1º) como um pacote de maldades do governo Temer a redução
do salário mínimo previsto para o próximo ano, que passa de R$ 969 para R$ 965,
e a medida provisória (MP), que adia para 2019 os reajustes dos servidores
públicos além de aumentar a contribuição previdenciária dos atuais 11% para
14%.
Ao mesmo tempo em que congela o reajuste dos servidores —
negociado para repor as perdas inflacionárias —, e diminui o poder de compra
dos aposentados e pensionistas, Temer e sua equipe econômica garantem benesses
para grandes empresários que devem aos cofres públicos conforme, descreveu a
senadora:
— O governo faz
cortesia com dinheiro público para setores da economia, foi assim que o
Planalto decidiu prorrogar a adesão ao Refis. É uma forma de liberar as grandes
empresas de pagar os impostos que devem. O governo fatura em cima dos servidores
e dos aposentados, mas abre mão do dinheiro que teria eu receber dos mais ricos
— concluiu.