Agência Câmara de Notícias -
07/12/2011
O presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e
Vida (FenaPrevi), Marco Antônio Rossi, disse há pouco que é importante garantir
o direito de portabilidade no sistema de previdência complementar dos
servidores federais previsto no Projeto de Lei 1992/07. Pela portabilidade, a
partir do momento em que o servidor se aposentasse, ele poderia migrar para
qualquer outro sistema de previdência complementar existente no mercado.
Rossi, que participa no Plenário de comissão geral sobre o
tema, afirmou ainda que é preciso atenção especial com as questões de gestão e
com a qualidade dos investimentos do fundo de previdência complementar dos
servidores.
O dirigente ainda chamou a atenção para o aumento da
expectativa de vida dos brasileiros como um ponto que deve ser considerado no
debate sobre a criação do fundo. “Na década de 50, a expectativa de vida era de
40 anos, hoje é de 73. O servidor precisa de uma proteção”, argumentou.
A FenaPrevi tem patrimônio de R$ 300 bilhões e representa 65
empresas de planos de previdência privada, que contam com 50 milhões de
clientes.