Feliz 2010



Autor(es): KARLA MENDES |
| Correio Braziliense - 31/12/2009 |
Governo autoriza contratações no Incra, no Exército e na Fundacentro. Salários vão de R$ 2.145 a R$ 4.549 |

Incra oferece 550 vagas |
| Jornal de Brasília - 31/12/2009 |
O Instituto Brasileiro de Colonização e Reforma Agrária (Incra) recebeu autorização do Planejamento para realizar concurso. Haverá 550 vagas de níveis médio e superior. O edital deverá ser publicado em até seis meses. O concurso será para o plano de carreira dos cargos de reforma e desenvolvimento agrário e de perito federal agrário do órgão. Para nível médio as ofertas serão ao cargo de técnico em reforma e desenvolvimento agrário (70). Já candidatos que possuam o nível superior poderão concorrer às funções de analista em reforma e desenvolvimento agrário (250), analista administrativo (150) e engenheiro agrônomo (80). A última seleção do Incra ocorreu em 2005 e ofertou 1.045 vagas de níveis médio e superior. Na ocasião, havia oportunidades aos cargos de engenheiro, técnico e analista. As remunerações iniciais variaram de R$ 1,4 mil (técnico) e R$ 3,2 mil (engenheiro). FUNDACENTRO O Ministério do Planejamento autorizou a Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro) a realizar concurso com 63 vagas. As oportunidades serão para os níveis médio e superior. O edital de abertura deverá ser lançado até junho de 2010. As chances de nível superior serão para pesquisador (uma), tecnologista (15) e analista em ciência e tecnologia (11). Para nível médio haverá vagas para técnico (28) e assistente em ciência e tecnologia (oito). EXÉRCITO O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, liberou concurso público para quadros no Comando do Exército. A oferta de vagas autorizada é de 321 cargos da área de Tecnologia Militar. Até junho, o Exército deverá abrir inscrições. Serão 248 vagas para técnico de Tecnologia Militar (nível intermediário), 43 para analista de Tecnologia Militar e 30 para engenheiro de Tecnologia Militar (nível superior). SANESUL A Empresa de Saneamento do Mato Grosso do Sul (Sanesul) divulgou o edital de abertura do concurso público que visa ao preenchimento de 182 vagas efetivas, além de cadastro reserva, com salários de R$ 711,88 a R$ 2.809,01. As vagas são para os níveis fundamental, médio e superior para diversos municípios de Mato Grosso do Sul. Para quem possui o Ensino Fundamental completo, a Sanesul oferece cargos para encanador, agente de tratamento de esgoto, agente operacional, agente administrativo, operador de equipamento automotivo e motorista de carga. Para o nível médio completo, há vagas para técnico em saneamento, técnico em desenvolvimento operacional/eletromecânica e eletrônica e técnico em desenvolvimento comercial, técnico de contabilidade, sondador de poços, operador de tratamento de água, laboratorista, desenhista projetista, eletromecânico/torneiro mecânico, eletromecânico/eletricista industrial, atendente comercial, assistente técnico operacional, assistente comercial e assistente administrativo. Já para o nível superior completo, a disputa é para geólogo, engenheiro mecânico, engenheiro eletricista, engenheiro ambiental, engenheiro civil, contador, biólogo, analista de tecnologia da informação, advogado e administrador. |


| Cláudio Humberto - Cláudio Humberto |
| Jornal de Brasília - 30/12/2009 |
Paulo Bernardo, Ministro do Planejamento, sobre os cortes no Senado: consultores X chefes de gabinete Os consultores legislativos saíram perdendo na forma com que queriam conduzir a reforma administrativa do Senado, elaborada pela Fundação Getúlio Vargas. Travam com os chefes de gabinete uma disputa histórica nos bastidores para mostrar quem tem mais poder. O Conselho de Administração da Casa – consultores, na maioria – defende que chefe de gabinete deixe de ser prerrogativa dosservidores efetivos. Na pressão O primeiro-secretário Heráclito Fortes (DEM-PI) deu razão aos chefes de gabinete e apresentou o projeto do jeito que eles queriam, na última sessão. Manda quem sabe O projeto manteve os servidores efetivos no comando dos gabinetes. Na articulação do processo legislativo, são eles que entendem do riscado. Vai sonhando Na proposta de reforma da FGV, um baque no bolso: não haverá novo plano de salários, que beneficiaria os consultores. |

Coluna do Servidor - Alessandra HortoO Dia - 30/12/2009
O servidor federal com menor salário e mais idoso receberá, a partir de janeiro de 2010, reembolso maior do plano de saúde, em relação ao colega com remuneração maior e mais jovem. As novas regras para os cálculos, antecipadas com exclusividade por O DIA em julho, serão publicadas hoje no Diário Oficial da União. Os novos limites de reembolso ficarão entre R$ 72 e R$ 129, de acordo com as faixas salarial e etária do servidor.
Atualmente, a União reembolsa, por mês, R$ 65 para dois milhões de usuários, entre servidores titulares e dependentes. A secretária adjunta de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Maria do Socorro Mendes Gomes, informou que o valor per capita foi recuperado e aplicada isonomia no Poder Executivo: “Essa é uma das ações afirmativas da Política de Atenção à Saúde do servidor federal, construída coletivamente, para corrigir distorções históricas”, destacou secretária.
O benefício da assistência médico odontológica foi universalizado para todos os servidores federais e transformado em despesa orçamentária obrigatória.
O coordenador-geral de Seguridade Social e Benefícios do Servidor, Sérgio Carneiro, informou que para ampliar o acesso ao benefício “foi necessário adequar a norma, permitindo ao servidor receber o auxílio, ainda que o órgão ou entidade ao qual é vinculado tenha optado pela modalidade de convênio, ou prestação direta”.
Carneiro disse à Coluna que, hoje, o governo paga independentemente da idade e faixa salarial. “É um benefício compartilhado, em que parte é paga pelo governo e parte pelo servidor. Era uma reivindicação antiga para que tenha valor diferenciado, porque, como é parte da política de benefícios, deve privilegiar quem ganha menos”, explicou o coordenador. Ele completou que “quem ganha menos e tem idade avançada vai receber benefício maior do que quem é mais novo e ganha mais”.
Quem ganha menos e tem idade mais avançada vai receber benefício maior do que quem é mais novo e ganha mais.

Autor(es): Ana Paula Viana - Extra Extra - 30/12/2009
A partir de janeiro, o valor de reembolso para os servidores públicos federais que têm plano de saúde será reajustado em até 98,4% e unificado para todo o funcionalismo. Segundo o Ministério do Planejamento, atualmente o benefício é fixado em R$ 65 por pessoa. O valor passará a ser variável - de R$ 72 e R$ 129 -, de acordo com a faixa salarial e a idade do beneficiário.
A novidade foi anunciada nesta terça-feira pela secretária-adjunta de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Maria do Socorro Mendes Gomes. Segundo ela, o benefício da assistência médico-odontológica foi universalizado para todos os servidores federais e transformado em despesa orçamentária obrigatória.
- Essa é uma das ações afirmativas da Política de Atenção à Saúde do servidor federal para corrigir distorções históricas - disse.
A ideia do Ministério do Planejamento é dar um benefício maior para os servidores com menor salário e que sejam mais velhos. O reembolso é uma contrapartida do governo federal para ajudar no pagamento do plano de saúde e vale, inclusive, para os inativos.

Sítio do Servidor Público
Brasília - 30/12/2009
O ministro Paulo Bernardo autorizou hoje, mediante a Portaria nº 508, p. 85 da Seção 1 do DOU, a realização de concurso público para a ocupação de 550 cargos no Instituto Brasileiro de Colonização e Reforma Agrária (INCRA).
Segundo a portaria, deverão ser preenchidos 70 postos de nível intermediário, no cargo de técnico em Reforma e Desenvolvimento Agrário, e 400 postos de nível superior, sendo 250 no cargo de analista em Reforma e Desenvolvimento Agrário e 150 no cargo de analista administrativo, todos do Plano de Carreira dos Cargos de Reforma e Desenvolvimento Agrário.
Além desse quantitativo, o concurso deverá prever 80 vagas para engenheiro agrônomo para composição de quadro na Carreira de Perito Federal Agrário.
O INCRA tem 180 dias para a abertura da seleção pública.

Sítio do Servidor Público
Brasília - 30/12/2009
Na edição de hoje do Diário Oficial, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, assina a Portaria nº 509, que dispõe sobre concurso público para quadros no Comando do Exército. A oferta de vagas autorizada é de 321 cargos da área de Tecnologia Militar.
Conforme a norma, em seis meses o Exército deverá abrir inscrições para o concurso, relacionando no edital 248 vagas para técnico de Tecnologia Militar (nível intermediário), 43 para analista de Tecnologia Militar e 30 para engenheiro de Tecnologia Militar (nível superior).
Nomeações – Também foi publicada nesta quarta no Diário Oficial da União a Portaria nº 507, em que o Ministério do Planejamento libera o Comando do Exército a providenciar a nomeação de cinco candidatos aprovados no concurso que abriu vagas para professor de Ensino Básico Federal e que teve realização autorizada em 2007.
Observadas as condições de praxe para o provimento dos cargos, as vagas serão ocupadas nos colégios militares de Brasília, Campo Grande, Maceió e Rio de Janeiro. Os professores irão lecionar matemática e inglês, seguindo o que está previsto no anexo da Portaria 507.

Sítio do Servidor Público
Brasília - 30/12/2009
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, autorizou hoje a realização de concurso público para a contratação de 63 servidores na área de Ciência e Tecnologia. As vagas são designadas para o quadro de pessoal da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (FUNDACENTRO)
Os detalhes sobre a autorização estão na Portaria nº 506, publicada na Seção 1 do Diário Oficial da União desta quarta-feira, página 85.
De acordo com a portaria, a FUNDACENTRO deverá lançar edital dentro de seis meses, com o anúncio de 28 vagas para técnico e oito para assistente em Ciência e Tecnologia (nível intermediário) e uma vaga para pesquisador, 15 para tecnologista e 11 para analista em Ciência e Tecnologia (nível superior).
As regras do concurso deverão estar em consonância com o Decreto nº 6.944, de 2009, que regulamenta os atos da seleção pública na esfera federal.
As nomeações dependerão de permissão prévia do Ministério do Planejamento, considerando a confirmação de vagas já no período de inscrições para o concurso e de condições orçamentárias e financeiras.


| Autor(es): Luciano Pires |
| Correio Braziliense - 30/12/2009 |
Aposta é que resultados das negociações dos grupos de trabalho esfriarão os ânimos dos servidores insatisfeitos |
Desde novembro, a Secretaria de Recursos Humanos (SRH) vem sendo pressionada. Tabelas salariais necessitando de ajustes, progressões na carreira(1) à espera de definição, quase tudo virou motivo de reclamação para pelo menos 10 setores do Executivo federal. Servidores do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE ), do Instituto Nacional de
Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), da Ciência e Tecnologia, funcionários dos ministérios da Fazenda, do Meio Ambiente, do Trabalho, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes preparam ou já fizeram atos públicos e paralisações-relâmpago.
Diálogo
O movimento, embora desarticulado, chama a atenção da SRH. “Eventualmente, questões residuais que ficaram sem serem tratadas naquele momento da negociação voltam à tona agora com a centralidade que anteriormente não existia”, diz Maria do Socorro Mendes Gomes, secretária substituta de recursos humanos. Com os termos de acordo em mãos, a representante do Ministério do Planejamento argumenta que o diálogo com as entidades nunca foi interrompido e acordos, respeitados à risca. Segundo Maria do Socorro, “causa estranheza” a opção pela greve. “É um direito consagrado pela Constituição, mas que nesse momento é infrutífero. Tudo que foi negociado tem sido cumprido”, completa.
Nas últimas semanas, os GTs enfrentaram altos e baixos. Falta de quorum ou adiamentos acabaram represando decisões aguardadas há meses por parte do funcionalismo. É o caso, por exemplo, dos funcionários do FNDE, que chegaram a montar acampamento na porta do órgão. Motivo: supostas falhas no relatório final do grupo de trabalho criado para debater a redução dos níveis de promoção na carreira de 24 para 13 padrões e a equiparação das tabelas da carreira atualmente em vigor. De acordo com Maria do Socorro, a SRH está trabalhando para resolver o problema. “A gente ainda está fazendo os estudos técnicos para avaliar até que ponto o FNDE ficou fora da média das outras categorias. Estamos nessa fase. Se precisar corrigir, vamos corrigir”, diz a secretária.
Jogo
Às entidades, o governo tem dito ser impossível resolver tudo ao mesmo tempo. Falta consenso, e alguns pontos que estão sobre a mesa são delicados demais. Maria do Socorro justifica também que há uma expectativa equivocada por parte dos sindicatos em relação aos grupos de trabalho. “Não necessariamente os GTs vieram para desembocar em outro acordo coletivo. Eles vêm para desenhar novos cenários, definir novos campos de atuação futura. A expectativa dos servidores é que os GTs fossem espaço de negociação e não o são”, reforça. Os servidores contestam.
A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) e outras organizações que representam os servidores acusam o governo de adotar uma postura lenta e quase desinteressada. Isso ampliou ainda mais o nível de ruído. “O problema é que o governo acha que fez tudo o que tinha de fazer. Só que não é isso. Há uma série de passivos que não envolvem só salário”, justifica Oton Neves, secretário-geral do Sindicato dos Servidores Públicos no Distrito Federal (Sindsep-DF).
1 - Regras mais claras
Além de conceder reajustes, o governo modificou ou criou modelos de ascensão funcional para determinadas carreiras do Executivo federal. Foram alterados e introduzidos prazos, avaliações de desempenho e assiduidade passaram a contar para efeito de promoção. Nem todas as regras, no entanto, estão claras. Há setores do funcionalismo que reclamam mudanças urgentes, e servidores acusando o governo até mesmo de reduzir salário.
Análise da notícia
Teste de resistência
Por enquanto, tudo não passa de ameaça, mas ao falar em onda de greves para 2010 os sindicatos testam a resistência do governo. A aposta dos servidores é que o Palácio do Planalto será flexível em ano eleitoral. Só para não fugir à tradição. Todo mundo sabe que evitar surpresas desagradáveis é sempre a melhor estratégia para quem quer continuar por cima. É ver para crer!
O funcionalismo vai jogar pesado nos próximos meses para ver solucionados os embaraços que mais incomodam no momento — o que inclui questões salariais e estruturais. O “patrão” quer usar e abusar do diálogo, gastar o tempo e, no final, mexer aqui e ali se for necessário. O “empregado” tem pressa, joga para plateia e abusa da verborragia. Quem tiver mais cartas na manga vai vencer essa queda de braço.
A pressão nas ruas não será menosprezada, mas o governo também não quer passar a ideia de que cederá por qualquer motivo. O custo financeiro da maior parte das reivindicações já foi calculado pela área técnica e, no campo político, a avaliação é de que as demandas dos servidores estão mais ou menos controladas. Isso posto, o saco de bondades deverá ser aberto no ano que se inicia. Ao contrário de outros tempos, porém, com moderação.

Sítio do Servidor Público
Brasília, 29/12/2009
A secretária-adjunta de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Maria do Socorro Mendes Gomes, disse nesta terça-feira que o governo federal vai publicar amanhã Portaria Conjunta da SRH e da Secretaria de Orçamento Federal estabelecendo uniformidade no reembolso dos planos de saúde dos servidores federais.
Segundo a Secretária, o benefício da assistência médico-odontológica foi universalizado para todos os servidores federais e transformado em despesa orçamentária obrigatória.
“Foi recuperado o valor do per capita e tornado isonômico entre todos os entes do Poder Executivo”, garante ela. “Essa é uma das ações afirmativas da Política de Atenção à Saúde do servidor federal, construída coletivamente, para corrigir distorções históricas”.
A Portaria Conjunta SRH/SOF, além de uniformizar o reembolso da cota governamental aos servidores, concede reajuste nos valores mínimo e máximo, a partir de janeiro de 2010. A edição de amanhã (quarta-feira, 30) do Diário Oficial da União traz a tabela completa com os limites de reembolso, que ficarão entre R$ 72 e R$ 129, de acordo com a faixa salarial e a idade. O servidor com menor salário e mais idoso receberá valor do per capita superior àquele com maior salário e mais jovem.
Desde 2007, quando o reembolso era de R$ 42, a cota governamental para pagamento da assistência à saúde suplementar do servidor vem tendo reajustes semestrais. Esse valor teve aumento de 72% no período entre 2007 e 2009 e, agora, em janeiro de 2010, chegará a 200%, considerando-se os R$ 42 de 2007 e o limite de R$ 129 (aplicado ao servidor com 59 anos ou mais e com renda até R$ 1.499).
O benefício da saúde suplementar é regido pela Portaria Normativa SRH nº 3, de 30 de julho de 2009 que estabelece orientações aos órgãos e entidades do Sipec, o Sistema de Pessoal Civil do Governo Federal. Segundo o coordenador-geral de Seguridade Social e Benefícios do Servidor, Sérgio Carneiro, para ampliar o acesso ao benefício “foi necessário adequar a norma, permitindo ao servidor receber o auxílio ainda que o órgão ou entidade ao qual é vinculado tenha optado pela modalidade de convênio, ou prestação direta”.

| Coluna do Servidor - Alessandra Horto |
| O Dia - 29/12/2009 |
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Acabou a espera que durou 48 anos para 5 mil taifeiros da Aeronáutica.
TAIFEIROS 2 - OPÇÕES DE “CULPADOS” O presidente Lula tentou explicar a demora: “Certamente, muita gente está envolvida nos equívocos.
TAIFEIROS 3 - AVISO DE PROMOÇÃO Os taifeiros serão avisados pelos contracheques sobre os procedimentos que terão que adotar para a promoção a suboficial. O aviso informará aos taifeiros que deverão assinar acordo no setor de pagamentos, abrindo mão de ações na Justiça.
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Sítio do Servidor Público
Brasília - 29/12/2009
A edição de hoje do Diário Oficial da União traz, na página 2 da Seção 1, o decreto presidencial de nº 7.056, que reestrutura a Fundação Nacional do Índio (Funai), ao aprovar estatuto e quadro de cargos em comissão e de funções gratificadas.
As medidas visam fortalecer a atuação descentralizada do órgão vinculado ao Ministério da Justiça a partir da nova disposição de cargos; promover a racionalização de estruturas, eliminando duplicidades com a redução de superintendências e postos e, além disso, atualizar as competências da Funai, tendo em vista o que prevê a Constituição no tocante ao atendimento ao indígena.
Para essas modificações haverá um impacto financeiro anual de R$ 4,5 milhões de janeiro a dezembro de 2010 e nos anos subsequentes.
O decreto não prevê criação de cargos e não estabelece quantitativo de vagas a serem preenchidas por concurso público. O quadro efetivo da Funai será composto de forma gradual, mediante o preenchimento de vagas já existentes. Do montante disponível, cerca de três mil cargos que foram criados em 2008, já existe concurso público em andamento com uma oferta de 425 cargos para provimento em 2010.

Coluna do Servidor - Alessandra Horto
O Dia - 29/12/2009
ADICIONAL POR RISCO 1 - REGRAS DE PAGAMENTO
A Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento publicou a Orientação Normativa 6, que definiu regras para o pagamento de adicionais de insalubridade, periculosidade e irradiação ionizante a servidores que trabalham expostos a riscos.
ADICIONAL POR RISCO 2 - GRATIFICAÇÃO ÚNICA
A medida foi publicada no dia 24, no Diário Oficial da União. A orientação inclui as gratificações por trabalhos com raios-x ou substâncias radioativas. O servidor somente poderá receber um adicional ou gratificação por vez, sendo proibido acumular esses benefícios.
ADICIONAL POR RISCO 3 - DE 5% A 20%
Os adicionais e a gratificação serão calculados com base no vencimento do cargo efetivo. Adicional de insalubridade: 5% para o grau mínimo, 10% para o grau médio e 20% para o grau máximo, mesmos percentuais aplicados ao adicional de irradiação ionizante.

AS REIVINDICAÇÕES DE 2010
Definição de uma política salarial que valorize o vencimento base
Aumento real e linear
Reajuste no auxílio-alimentação com isonomia entre os Três Poderes
Recomposição das perdas inflacionárias acumuladas entre 1995 e 2006
Definição de um piso para todo
o setor público
Retirada dos Projetos de Lei Complementar 01/2007 e 92/2007
Fim das terceirizações e contratos temporários
Institucionalização do direito à negociação coletiva
Planos de carreira
Aprovação da PEC 270 que garante aposentadoria integral por invalidez
Paridade entre ativos, aposentados e pensionistas


Coluna Cláudio Humberto - 26/12/2009
Em janeiro, por decisão do diretor-geral, vão trabalhar no Senado um terço dos servidores. Os demais serão obrigados a entrar em férias, e detestaram: para eles, recesso nada tem a ver com férias. Além dos 30 dias anuais de qualquer trabalhador, os funcionários – sobretudo dos gabinetes – querem gozar 40 dias do recesso parlamentar, no começo do ano, e mais 15 dias no meio do ano. Total: 85 dias de férias anuais.




Autor(es): Edna Simão |
| O Estado de S. Paulo - 24/12/2009 |
O governo federal terá no ano eleitoral de 2010 um orçamento com previsão de gasto com pessoal e investimento maior do que o autorizado para 2009. Pelo relatório final, aprovado na noite de anteontem pelo Congresso Nacional, o gasto com pessoal e encargos sociais deve crescer 8,6%, atingindo R$ 183,75 bilhões. Já o investimento deve subir 5,6%. Se isso ocorrer, o investimento chegará a R$ 53,53 bilhões, sendo R$ 29,8 bilhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). |

| Autor(es): Lúcio Vaz |
| Correio Braziliense - 24/12/2009 |
Governo cancelou R$ 800 milhões destinados ao Mundial, mas garantiu reajuste do mínimo e para os aposentados. Lula assinou a MP ontem |

Valor Econômico - 23/12/2009 |
O Ministério do Planejamento fez ajustou a receita orçamentária para 2010 e elevou em R$ 3,8 bilhões a previsão de arrecadação. A nova estimativa foi entregue ontem à Comissão deOrçamento do Congresso, no último dia previsto deste ano para sua votação. A proposta enviada pelo governo representa a terceira alteração na receita prevista para 2010. No total, o aumento em relação ao projeto enviado ao Congresso foi de quase R$ 20 bilhões. O relator da Receita, senador Romero Jucá (PMDB-RR), já havia feito uma reestimativa, elevando a receita em R$ 16,5 bilhões. Com o ajuste, a receita primária (descontados juros e amortização da dívida) ficou em R$ 873,8 bilhões. Os recursos extras atenderão demandas da bancada da Saúde: o setor receberá R$ 2,2 bilhões. O restante será direcionado para os ministérios dos Transportes, Planejamento, Cultura, Defesa e para a Presidência. O governo argumenta que o ajuste será possível com o aumento da arrecadação do IOF e a alienação de bens. Do IOF virão R$ 2,7 bilhões. Até o fechamento desta edição o relator-geral do Orçamento, deputado Geraldo Magela (PT-DF), não havia apresentado o ajuste na receita. Magela anunciou o aumento para a saúde graças a "expectativa de crescimento" e também de R$ 1,7 bilhões para para atender demandas da bancada ruralista e garantir recursos ao preço mínimo na produção agrícola. Os recursos extras para a Agricultura viriam de "margem fiscal do Orçamento". Técnicos da Comissão de Orçamento analisaram a peça orçamentária de 2010 como "muito otimista" e "incompatível com o período pós-crise econômica". Citam, como exemplo, a previsão de R$ 36 bilhões em receitas atípicas, como depósito judicial. No Congresso, esse valor foi elevado em R$ 16,5 bilhões, levando-se em conta até mesmo depósitos judiciais não tributários. Os especialistas em Orçamento dizem que esse valor, fora da arrecadação normal, "nunca foi tão alto". O relator-geral concordou. "É um otimismo realista, do Brasil saindo da crise", disse Magela. Para ele, a elevação da receita é só "coincidente" com o ano eleitoral. A explicação sobre a elevação da receita dada por técnicos é que esses recursos atenderão a demandas de parlamentares e, assim, garantirão a votação do projeto de lei ainda este ano. Dessa forma, o governo começará 2010 com a possibilidade de empenhar boa parte dos recursos. A partir de junho haverá restrições eleitorais. A elevação da previsão da receita não significa, contudo, a execução das emendas parlamentares. Outros "eleitoralismos" do Orçamento, segundo especialistas, são o aumento do salário mínimo de R$ 465 para R$ 510, R$ 1 bilhão a mais para o Bolsa Família e o reajuste de aposentados eservidores. Até o fechamento desta edição, o projeto não havia sido votado nem na Comissão. Antes da votação, o Congresso aprovou R$ 10,2 bilhões em créditos suplementares para oOrçamento de 2009, que deverão ser usados no próximo ano. (CA) |

| Ponto do Servidor - Freddy Charlson |
| Jornal de Brasília - 23/12/2009 |