Metrópoles - 10/07/2021
Número de servidores federais de grupo de risco em
teletrabalho caiu expressivamente durante o aumento de casos e mortes de
Covid-19
Com a declaração de pandemia de Covid-19 ainda no ano
passado, o trabalho remoto foi adotado onde possível tanto no serviço público
quanto no privado. A nova rotina laboral visava diminuir os contatos sociais e,
assim, as oportunidades de o vírus se espalhar.
Depois do pico da primeira onda de Covid-19, empregadores relaxaram algumas das medidas de distanciamento social, e no governo federal não foi diferente. Parte dos servidores públicos começaram a voltar ao trabalho presencial. Entretanto, com o início da segunda onda da doença, eles não voltaram para o trabalho remoto.
A consequência é que mesmo com recordes de mortes por Covid-19
sendo batidos recorrentemente durante a segunda onda, havia menos servidores
federais em home office do que na primeira. A reportagem se baseia em
informações do Ministério da Economia, analisadas pelo (M)Dados, núcleo de
análise de grande volume de informações do Metrópoles. Elas dizem respeito aos
trabalhadores classificados como grupo de risco e que estão trabalhando de
casa.
O gráfico a seguir mostra a quantidade de servidores
listados como em trabalho remoto por conta da...
Leia mais em Com mais mortes, 2ª onda teve 34,4% menos servidores federais em trabalho remoto